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Pesquisa

Vagas de pesquisa em OSCs e institutos: investigação social, monitoramento e avaliação de programas, análises de dados de impacto e estudos do terceiro setor.

Organizações de pesquisa sem fins lucrativos – institutos de pesquisa, think tanks e fundações com programas de produção de conhecimento – atuam sob marcos como a Lei de Inovação (Lei nº 10.973/2004), o Marco Legal de CT&I (Lei nº 13.243/2016) e parcerias com Institutos Científicos e Tecnológicos (ICTs). Pesquisas envolvendo seres humanos seguem as Resoluções CNS nº 466/2012, nº 510/2016 e nº 580/2018, com aprovação prévia em CEP/Conep e registro na Plataforma Brasil.



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Outras áreas com vagas ativas

Áreas do terceiro setor com maior volume de vagas abertas agora. O número ao lado é a quantidade de vagas ativas.

Perguntas e Respostas

Tudo sobre vagas em pesquisa no terceiro setor: regulamentação CONEP (ética em pesquisa), fomento via CNPq/CAPES, parcerias com instituições de ensino e pesquisa aplicada para impacto.

A pesquisa em OSCs combina pesquisa aplicada (monitoramento, avaliação, evidências para políticas públicas), pesquisa-ação (participação de beneficiários) e pesquisa acadêmica (em institutos vinculados a universidades). A Lei nº 10.973/2004 (Lei de Inovação) regula parcerias entre ICTs (Institutos de Ciência e Tecnologia) e OSCs. Captação via CNPq, CAPES, FAPs e fundações.
A Resolução CNS nº 466/2012 regula ética em pesquisa com seres humanos nas áreas da saúde. A Resolução CNS nº 510/2016 regulamenta ética em pesquisa nas Ciências Humanas e Sociais. A análise é feita pelos Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs) locais e, em casos especiais, pelo CONEP (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa).
Graduação em Ciências Sociais, Economia, Estatística, Saúde Pública, Educação, Antropologia, Comunicação, Direito ou áreas afins; pós-graduação (mestrado e doutorado) em área temática relevante; experiência em métodos quantitativos e qualitativos, software estatístico e gestão de campo; conhecimento de ética em pesquisa (CNS 466/12 e 510/16); fluência em inglês para vagas em organizações internacionais.
Institutos de pesquisa social (IPEC, Datafolha, Instituto Patrícia Galvão, Cebrap, Cesop), think tanks de políticas públicas (Insper Cidades, FGV CPS, ISA, Conectas), fundações empresariais com áreas de avaliação de programas (Itaú Social, Lemann, Vivo, Banco do Brasil), ONGs com pesquisa aplicada (Visão Mundial, ChildFund), centros de pesquisa em saúde (Abrasco, Fiocruz parceiros), universidades comunitárias.
Pesquisador júnior, pleno e sênior; analista de monitoramento e avaliação (M&A); especialista em pesquisa quantitativa; especialista em pesquisa qualitativa; analista de dados de impacto; coordenador de campo; gerente de pesquisa; diretor científico; e consultor de pesquisa independente.
CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), FAPs (Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa — FAPESP, FAPERJ, FAPEMIG, FAPESC), fundações empresariais, agências internacionais (BID, Banco Mundial, IDRC, Open Society, Ford Foundation), FINEP (em projetos de inovação) e recursos próprios via captação.
Sim. Em pesquisa acadêmica, estágio segue a Lei nº 11.788/2008, com supervisão por pesquisador titular. Bolsas de Iniciação Científica (CNPq, CAPES) são caminhos comuns. Voluntariado em pesquisa ocorre em projetos de campo e estudos epidemiológicos, regulado pela Lei nº 9.608/1998, com observância da ética em pesquisa quando aplicável.
Análise quantitativa: SPSS, R, Python (Pandas, scikit-learn, statsmodels), Stata, SAS; análise qualitativa: NVivo, MAXQDA, Dedoose, Atlas.ti; coleta de dados: Kobo Toolbox, SurveyMonkey, Google Forms, ODK, RedCap; visualização: Power BI, Tableau, ggplot2 em R, matplotlib em Python; gestão de referências: Mendeley, Zotero, EndNote.
Diploma de graduação e pós-graduação reconhecidos pelo MEC; currículo Lattes atualizado; portfólio de pesquisas realizadas (publicações, relatórios, painéis); domínio comprovado de métodos e softwares; conhecimento em ética em pesquisa; para vagas em organizações internacionais, fluência em inglês acadêmico; cartas de recomendação são comuns em vagas seniores.
Avaliação de impacto (RCT — Randomized Controlled Trials, quase-experimental), pesquisa-ação participativa, etnografia, análise de políticas públicas, monitoramento e avaliação (M&A) com Teoria da Mudança e Marco Lógico, pesquisa de opinião pública com painéis longitudinais, economia comportamental aplicada a políticas sociais, análise de redes sociais e data science para impacto.
A CONEP (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa), vinculada ao Conselho Nacional de Saúde, é instância colegiada nacional que analisa projetos de pesquisa de maior complexidade ética: pesquisas com povos indígenas, com material biológico, com cooperação internacional, com novos métodos terapêuticos, entre outros. A aprovação local pelo CEP é necessária; em casos específicos, é necessária aprovação adicional da CONEP.
Trajetória comum: bolsista de iniciação científica → pesquisador júnior → pleno → sênior → coordenador → diretor científico. Em paralelo, possíveis migrações para universidades (professor pesquisador), governo (gestor de políticas), consultoria especializada e fundações empresariais. Diferenciais: doutorado, publicações em periódicos qualificados, redes acadêmicas internacionais, fluência em inglês e domínio de métodos quantitativos avançados.
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