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Advocacy

Vagas de advocacy em OSCs: incidência política, articulação institucional, defesa de direitos e mobilização para causas sociais, ambientais e de minorias.

Advocacy é o trabalho de incidência política e mobilização social em torno de pautas como direitos humanos, meio ambiente, igualdade racial e proteção da infância. No Brasil, essa atuação se apoia em marcos como o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990), o Estatuto da Igualdade Racial (Lei nº 12.288/2010), a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) e os tratados internacionais ratificados pelo país, sobretudo os pactos da ONU sobre direitos civis, econômicos, sociais e culturais.



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Outras áreas com vagas ativas

Áreas do terceiro setor com maior volume de vagas abertas agora. O número ao lado é a quantidade de vagas ativas.

Perguntas e Respostas

Tudo sobre vagas em advocacy no terceiro setor: incidência política, participação social, articulação parlamentar e mobilização de causas no contexto democrático brasileiro.

Envolve monitoramento de projetos de lei, audiências públicas, mobilização de parlamentares, elaboração de pareceres técnicos, mídia training para porta-vozes, articulação de bancadas suprapartidárias, e produção de notas técnicas. OSCs participam de comissões temáticas, conselhos consultivos e audiências públicas.
Graduação em áreas relacionadas; experiência prévia em terceiro setor, gestão pública, assessoria parlamentar, jornalismo político ou pesquisa em políticas públicas; conhecimento da Constituição, MROSC, estatutos setoriais e regimento interno do Congresso/casas legislativas; e, em organizações internacionais, fluência em inglês e espanhol.
Sim. O voluntariado em advocacy é prática comum, regulado pela Lei nº 9.608/1998. Atuações comuns incluem mobilização de bases, redação de cartas para parlamentares, monitoramento de votações, organização de eventos, pesquisa e produção de conteúdo. Estágio em advocacy segue a Lei nº 11.788/2008.
Plataformas de monitoramento legislativo: SIGA Câmara, AGU, Politiquê, AlterDados; CRMs para parlamentares e stakeholders; plataformas de mobilização: Avaaz, Change.org, Meu Rio, Nossas; análise de dados políticos: TSE, IBGE; monitoramento de mídia: Cortex, Knewin; ferramentas de comunicação política.
Pensamento estratégico, capacidade analítica (políticas públicas, dados), articulação política e diplomática, comunicação institucional (oral e escrita), negociação, networking em ambientes formais, conhecimento jurídico-político, visão sistêmica, resiliência em ciclos longos e integridade ética.
Trajetória comum: assistente → analista → coordenador → gerente → diretor de relações institucionais. Alguns trajetos incluem passagem pelo setor público (assessoria parlamentar, gestão pública) ou consultoria. Em organizações internacionais, fluência em inglês e experiência em organismos multilaterais (ONU, BID, OEA) são diferenciais para vagas seniores e diretivas.
Advocacy é a defesa de causas, direitos e interesses coletivos junto a tomadores de decisão (Legislativo, Executivo, Judiciário, opinião pública). No Brasil, o trabalho de advocacy de OSCs encontra amparo na Constituição Federal (Art. 5º liberdade de associação, Art. 14 democracia participativa) e na Lei nº 13.019/2014 (MROSC), que reconhece a contribuição da sociedade civil para políticas públicas.
Advocacy legislativo (acompanhamento e influência sobre leis), advocacy judicial (litígio estratégico em causas coletivas), advocacy administrativo (incidência em órgãos do Executivo e conselhos), advocacy midiático (mobilização da opinião pública), advocacy internacional (organismos multilaterais — ONU, OEA) e advocacy corporativo (engajamento com empresas para mudança de práticas).
Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990); Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003); Estatuto da Igualdade Racial (Lei nº 12.288/2010); Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006); Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015); Estatuto da Cidade (Lei nº 10.257/2001); entre outros marcos setoriais.
Não há regulamentação profissional específica. Formações comuns incluem Direito, Ciências Sociais, Ciência Política, Relações Internacionais, Comunicação Social, Jornalismo, Pedagogia, Serviço Social, Saúde Coletiva e Administração Pública. Especialização em políticas públicas, direitos humanos, gestão pública, advocacy legislativo agrega valor.
OSCs de direitos humanos (Conectas, Anistia Internacional, Justiça Global), ambientais (Greenpeace, ISA, WWF), infância e adolescência (Visão Mundial, ChildFund, Fundação Abrinq), causas de raça e gênero (Geledés, Themis, Instituto Maria da Penha), saúde (Abrasco, ABIA), controle social (Transparência Internacional, Transparência Brasil) e redes federativas.
Analista de advocacy, especialista em relações governamentais, articulador parlamentar, coordenador de incidência, gerente de litígio estratégico, analista de políticas públicas, articulador internacional, coordenador de campanhas e diretor de relações institucionais.
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