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ESG e Sustentabilidade

Vagas em ESG, sustentabilidade socioambiental e impacto: indicadores ASG, gestão ambiental, relatórios de impacto e governança corporativa no terceiro setor.

A agenda ESG no terceiro setor brasileiro se conecta à Política Nacional sobre Mudança do Clima (Lei nº 12.187/2009), à Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010) e aos ODS da Agenda 2030 da ONU. Organizações que prestam assessoria a empresas seguem padrões internacionais como GRI Standards, SASB, TCFD e o ISSB (sustentabilidade), além do Pacto Global da ONU como adesão voluntária.



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Perguntas e Respostas

Tudo sobre vagas em ESG e sustentabilidade no terceiro setor: frameworks (GRI, ODS, Pacto Global), regulação de mercado e atuação em compliance ambiental, social e de governança.

ESG é o acrônimo para Environmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança). É um conjunto de critérios e práticas para avaliar e gerir o impacto e a sustentabilidade de organizações. No terceiro setor, ESG amplia o foco para incluir governança de OSCs, gestão de impacto social mensurável e sustentabilidade ambiental nas operações.
GRI Standards (Global Reporting Initiative) — padrão global de relatórios de sustentabilidade; ODS Agenda 2030 (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU) — 17 objetivos; Pacto Global da ONU — 10 princípios voluntários; SASB Standards (Sustainability Accounting Standards Board); TCFD (Task Force on Climate-related Financial Disclosures); B Lab (certificação B Corp).
Não há conselho profissional específico para ESG. Profissões correlatas têm regulamentação própria: contador (CRC), administrador (CRA), engenheiro ambiental (CREA), biólogo (CRBio). Para vagas em ESG, valorizam-se formações em Engenharia Ambiental, Administração, Economia, Ciências Sociais, Direito, Comunicação e especializações em sustentabilidade.
A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) emitiu resoluções como a Resolução CVM nº 59/2021 que exige divulgação de informações ESG por companhias abertas. A B3 tem índices ESG (ISE B3, Carbono Eficiente). O Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central exigem práticas socioambientais de instituições financeiras (Resolução BCB 4.945/2021).
Fundações empresariais que fazem ponte com áreas de sustentabilidade das mantenedoras, OSCs especializadas em ESG e sustentabilidade (GIFE, Aliança ODS, Pacto Global Brasil), institutos de certificação (GIFE, B Lab Brasil), ONGs ambientais (SOS Mata Atlântica, WWF, ISA), think tanks de sustentabilidade (Instituto Akatu, Ethos), investidores sociais (Vox Capital, Yunus Brasil).
Analista de sustentabilidade, analista de impacto social, coordenador de relacionamento ESG, especialista em mudanças climáticas, analista de governança, analista de DEI (diversidade, equidade e inclusão), analista de relatórios GRI/SASB, diretor de sustentabilidade e partner de impact investing.
A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, adotada pela ONU em 2015, define 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) com 169 metas, abrangendo erradicação da pobreza, educação, igualdade de gênero, água potável, energia limpa, ação climática, paz, justiça e parcerias. OSCs alinham seus projetos a ODS para clareza de impacto e captação internacional.
Graduação em Engenharia Ambiental, Administração, Economia, Ciências Sociais, Direito ou áreas afins; certificações: GRI Certified Sustainability Professional, FSA Credential (SASB), B Lab Multiplier; pós-graduação em Sustentabilidade, Gestão Ambiental, Direito Ambiental, Impact Investing; fluência em inglês para vagas em multinacionais; experiência em elaboração de Relatórios de Sustentabilidade.
Sim. Voluntariado em ESG pro bono é comum em projetos de OSCs e fundações empresariais, regulado pela Lei nº 9.608/1998. Estágio em sustentabilidade segue a Lei nº 11.788/2008, com supervisão e termo de compromisso. Programas como Movimento Bem Maior, V2V e fellowships em ESG são caminhos de entrada.
Plataformas de relatórios GRI/SASB: Workiva, Datamaran, Reporting 21; cálculo de emissões (GHG Protocol): Climate-i, IGN, Sustainability Cloud; certificações: B Impact Assessment (B Lab); análise de dados: Power BI, Tableau, Excel avançado, R, Python; matriz de materialidade e avaliação de stakeholders: Mural, Miro.
Mudanças climáticas e descarbonização, biodiversidade e capital natural, DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão), direitos humanos em cadeias produtivas, governança em fundações e OSCs, impact investing e finanças sustentáveis, economia circular, relatórios integrados e compliance ambiental.
Trajetória comum: estagiário → analista → analista sênior → coordenador → gerente → diretor de sustentabilidade (CSO). Diferenciais para evolução: certificações internacionais (GRI, FSA, IRI), MBA em sustentabilidade (Insper, FGV, Cambridge, Yale), inglês avançado, experiência em metodologias de impacto (Teoria da Mudança, SROI) e em frameworks de relato.
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