
Três ex-jogadoras veteranas do futebol feminino atuaram como mentoras de estudantes da rede pública do Rio de Janeiro em um minitorneio seguido de roda de conversa, segundo o Instituto Cultural Ebano, que também pede doações, equipamentos e voluntários para repetir a iniciativa.
Mentoras em campo na Escola Juan Antônio Samaranch
A Escola Municipal Juan Antônio Samaranch, no Rio de Janeiro, sediou uma tarde de atividades que começou com aquecimento técnico, passou por um minitorneio disputado entre turmas e terminou em roda de conversa. A organização reuniu escolas da região e voluntárias.
As três ex-jogadoras veteranas ensinaram fundamentos de chute e de passe, relataram momentos das próprias trajetórias e tiraram dúvidas das estudantes sobre disciplina, rotina de estudos e superação. Um banner com os dizeres “Pioneiras nas Escolas” sinalizou o espaço e atraiu o olhar das famílias. Meninos assistiram aos jogos das arquibancadas.
Resultados relatados e metas de longo prazo
Segundo a instituição, a ação já produziu efeitos: as alunas demonstraram mais interesse pela disciplina de educação física, o número de meninas nas atividades fora do horário regular cresceu e algumas passaram a falar em público com mais segurança. O texto não informa quantas estudantes participaram nem quantas se inscreveram, o que impede dimensionar a mudança.
Para os próximos anos, o projeto mira o surgimento de lideranças entre jovens, a queda da evasão escolar e a abertura de caminhos para cursos técnicos ou bolsas esportivas destinadas a quem quiser seguir no esporte. A premissa é que, em bairros como Santa Teresa, o convívio frequente com o campo e com mulheres que atuaram na modalidade amplia horizontes e reduz resistências culturais. A iniciativa também associa a prática esportiva à saúde e à igualdade de gênero.
Planejamento com direção escolar e famílias
Antes do evento, a equipe consultou a direção da escola e as famílias para ajustar horários e assegurar a proteção das participantes. Organizações parceiras e voluntários locais trouxeram as ex-jogadoras e cuidaram de logística, material esportivo e divulgação. O arranjo participativo busca manter o esporte no cotidiano escolar de modo duradouro.
O recorte de emprego e carreira não aparece de forma explícita, mas o texto deixa ver funções que um projeto desse tipo exige: coordenação local e institucional, organização de eventos, contato com as famílias, capacitação de professores e de multiplicadores e prestação de contas aos doadores. Voluntários sem experiência esportiva podem atuar em logística, inscrições e comunicação. Quem pretende ser instrutor técnico precisa buscar capacitação com as organizações parceiras.
Destino das doações e formas de apoio
Os recursos financeiros costumam cobrir bolas, cones e coletes, uniformes e kits para as alunas, transporte seguro, capacitação de multiplicadores e logística dos eventos. Coordenadores locais e parceiros institucionais respondem pela prestação de contas e pela comunicação com os doadores.
Há três caminhos para apoiar: doação em dinheiro pelo portal paraquemdoar.org, entrega de equipamentos em bom estado e inscrição como voluntário em treinos e eventos. As contribuições podem ser únicas ou recorrentes. Para acompanhar o uso do dinheiro, a fonte sugere pedir relatórios, imagens e falas das estudantes, além de convites para encontros de prestação de contas. Muitas organizações enviam ainda boletins ou atualizações regulares.
Esta nota tem como base informação publicada pelo Instituto Cultural Ebano, fonte registrada no catálogo editorial do Vagas Terceiro Setor.
Perguntas frequentes
Quem participou da ação Pioneiras nas Escolas no Rio de Janeiro?
Três ex-jogadoras veteranas atuaram como mentoras na Escola Municipal Juan Antônio Samaranch. Treinaram fundamentos técnicos com alunas da rede pública e participaram de uma conversa em roda em que trataram de trajetória profissional, estudos e obstáculos enfrentados por mulheres no esporte.
Como doar para projetos de futebol nas escolas?
A doação em dinheiro é feita pelo portal paraquemdoar.org, onde se buscam projetos de esporte escolar. Antes de contribuir, convém conferir quem é a organização responsável, como os recursos são aplicados e quais canais prestam contas. Também há doação de equipamentos esportivos e contribuição recorrente.
Quem pode ser voluntário em projetos esportivos escolares?
Quem não tem vivência esportiva pode ajudar na logística, nas inscrições, na comunicação ou no acompanhamento dos treinos. Para dar orientação técnica, é preciso se capacitar junto às organizações parceiras. A fonte recomenda alinhar expectativas e exigências com a escola ou a entidade responsável.
Fontes
- Instituto Cultural Ebano — Pioneiras do futebol feminino inspiram alunas no Rio
Este conteúdo tem caráter informativo e jornalístico. Não substitui aconselhamento jurídico, contábil ou tributário profissional.

